Embalagens se transformam em arte

 18 de fevereiro de 2009

No ateliê da carioca Beatriz Milhazes consomem-se balas e chocolates em grandes quantidades. Só que os doces em si são descartados. O objeto de desejo da artista plástica são mesmo as embalagens: graças às cores chamativas, elas se converteram em matéria-prima de suas colagens.

“Não há nada mais sedutor que um papel de bala”, afirma Beatriz. O mercado de arte parece concordar. Suas telas abstratas de tons vibrantes despertam o apetite de colecionadores pelo mundo afora. Em maio, uma obra de 2001 intitulada O Mágico alcançou preço superior a 1 milhão de dólares num leilão da Sotheby’s em Nova York – recorde para um artista brasileiro vivo. Não é exagero dizer que se vive um momento Beatriz Milhazes.
(Veja edição 2076 – ano 41 – nº 35 – 3 de setembro de 2008)

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2 comentários

  1. |

    Uau! Fica bonito mesmo!!
    e imaginar que tudo isso normalmente vai pro lixo…
    ah, e parabéns pelo blog!
    beijos,
    Luciana

  2. |

    Hahaha, essas obras são mesmo a cara da Marina. Tirando a parte de descartar os chocolates, é lógico 🙂

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